Incinerado
Mate este amor...
incinere-o sem lamentos
nas chamas do fogo ardente
até se tornarem cinzas todo este
sentimento.
Lance as cinzas nos quatro cantos do vento,
para serem levadas na leveza dos pensamentos.
Serão cinzas do amor incinerado, nem preces nem
milagres o trará ressuscitado.
Amor renegado, veio do pó e ao pó será retornado.
Não rogue por mim, nem por este amor incinerado,
queime-o no fogo dos seus atos, que
estarei livre, espalhando as cinzas do passado,
livre como os pássaros...
livre como vento...
Não será eternizado.
terça-feira, 23 de março de 2010
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Adoro este poema e ,também, os demais de Leni
ResponderExcluirMartins.Tenho o livro desta poeta.Ela é maravilhosa.
Você deveria colocar o nome da autora.
Sabe, Amiga, o poema é uma obra de alguém
e respeitar o autor é nosso dever e responsabilidade.
Eu sempre coloco o autor, quando vejo AD não
costumo colocar o poema, porque eu me sinto um pouco ladra.
Admito as pessoas roubarem um pedaço de pão,
mas roubar idéias não dá.
Vai,Alma Felina, coloca aí o nome da autora.
Um abraço,ZuL